quarta-feira, dezembro 22, 2004

Viagem no Tempo - Sobrevivência no Passado


Como sinto falta das comodidades comuns do tempo presente deixado para trás, que virou futuro de hoje. Lojas onde comprar comida e as roupas. Um banheiro decente, uma cama decente. Ficou tudo tão difícil. A falta que me faz um bom óculos de sol.
Isso tudo creio que se torne tolerável com o passar do tempo. Mas tem uma coisa que sinto falta: alguém com quem conversar sobre isso tudo, nem tem como.
Ainda não tenho meios de escrever, muito menos livros para ler, embora já existam neste tempo corrente, tanto como a escrita. Precisaria ter um acesso mais fácil com pessoas aqui que fizessem uso disso. Talvez os jesuítas fossem uma alternativa, apesar de ter que me cercar de cuidados do que falar para evitar quaisquer problemas futuros.
Procurarei por uma capela.

Arrumei umas roupas mais dessa época, acabei por afanar de varais de uma casa que passei perto no caminho. Não estava afim de ter cometido o furto, mas não tive alternativa. Era isso ou vestir-me como um índio.
Ah, pensei em uma possibilidade, meus tra�os orientais podem passar despercebidos se eu me bronzear bastante. Não sei se eu conseguiria enganar um índio, mas certamente enganarei qualquer colonizador que encontrar pelo caminho. Bom, suponho que a essa altura alguns índios já consigam se comunicar em português. Então poderei passar por um sem muitos problemas espero. Vou ter que me bronzear bastante. Ainda bem que minha pele fica escuro logo e demora para perder, apesar de odiar muito fazer isso. Farei com moderação.

Com o passar das semanas alimentando-me com frutas silvestres e procurando raízes para comer fiquei com saudades da comida de casa. Reclamava demais. Aprendi a pegar alguns peixes pequenos nos riachos que encontrava pelo caminho usando um arpãozinho fininho que fiz com um galho de uma árvore comprida e reta o suficiente. Eu não estava nem um pouco afim de fazer sashimi daquilo e muito menos comer cru direto como faz Solid Snake no jogo MGS3 Snake Eater. Tive que aprender a fazer fogo sem fósforo e sem isqueiro. Tentei fazer como apareceu no filme Náufrago com Tom Hanks. Sem chance. Fiquei horas raspando e aquecer o toco de madeira que é bom nada. Esquentava, mas muito pouco. Mesmo colocando gravetos fininhos junto à área de atrito. Que difícil.

quarta-feira, dezembro 08, 2004

Viagem no Tempo


Pensando no filme 'Back to The Future' do Robert Zemeckis, fiquei imaginando como seria voltar no século XVII-XVIII aqui no Brasil como um exercício de imaginação e de possibilidades.

Chegando no Brasil do passado, provavelmente no meio do matagal da Mata Atlântica que constituía aqui em São Paulo, iria à procura de algum agrupamento humano. Encontrando um, eu provavelmente já teria um problema logo de cara: meus traços orientais, seria visto como um alienígena e um forasteiro. Bom vou ignorar isso e continuar.

Depois de muito caminhar pela mata, levar picada de monte de mosquitos, enfrentar aclives e declives que certamente são as mesmas que caracterizam o relevo onde está a cidade de São Paulo, vi uma clareira e um agrupamento humano, e foi correndo na direção dela.

Observei algumas casas feitas de barro e madeira ou palha, procurei não observar muito diretamente quem encontrava no caminho, afim de não gerar provocações, uma vez que percebi que as pessoas me viam com suspeitas. Óbvio, percebi o porquê disso: estava com as roupas do século XX/XXI. Tinha me esquecido disso. Que apuro.

Voltei para a mata mas o que poderia fazer? Vestir-se como índio? Roubar as roupas de alguém? Fora de questão.
A fome então começou a apertar, a inexperiência pela caça e pesca me impediu algo nesta direção, faltavam-me as ferramentas para isso: um arpão, flecha ou mesmo um simples anzol e linha de pescar. Pelo menos não senti falta de água, riachos eram muito comuns por onde quer que caminhasse aqui na Mata Atlântica, ao contrário dos tempos futuros, ou melhor, atuais onde só predominam os rios de esgoto e os mais caudalosos como o Tietê, Pinheiros, Tamanduateí para citar alguns.

Certamente poderia ter trazido comigo alguns objetos básicos, mas não foi minha opção. Devia ter preparado melhor para essa aventura, um curso de escoteiro ou coisa do gênero. Algum curso de sobrevivência na mata. Devia ter trazido pelo menos alguma bússola simples, facilitaria muito minhas caminhadas, ficar perdido foi o que mais aconteceu. E estou com fome.

Comecei a procurar por frutas nativas para comer ao longo da mata. Duro aguentar as picadas de mosquito, meu único temor é contrair alguma doença transmitida por eles, como febre amarela ou malária, ou na pior das hipóteses, o mal de Chagas ainda desconhecido. Bom, sabendo que o maior reservatório desses males constituem outros animais e o próprio homem, se estiver num local sem muito bicho, talvez não haja muito perigo. Ahhh, a pior parte foi dormir ao relento e construir "cabanas" com o que lembro do "Manual do Escoteiro Mirim" que li quando criança. Eu já dormi sem colchão algumas vezes, o mais difícil era suportar a irregularidade do local e principalmente a sensação de frio pela perda de calor para o solo.
...continua...


sexta-feira, dezembro 03, 2004

Doação de Sangue vs Pintas-Verrugas



Anteontem fui para o Instituto de Engenharia aqui em São Paulo e para aproveitar, fui doar sangue no Hospital Dante Pazzanese que fica do lado, ambos próximo ao DETRAN no Ibirapuera. Fui um doador regular e como fazia mais de um ano que não fazia fui lá.

Tudo corria bem até o exame de anemia. Antes de furar o dedo para extrair uma amostra para o teste a pessoa resposável perguntou-me sobre o curativo ao lado do meu olho. Eu havia ido no médico uma semana antes para retirar umas duas verrugas grandes suspeitas que eu tinha, um sob a axila e uma pinta do lado do olho que me incomodava. Ambos estavam crescendo com o tempo. Bom, ao responder isso, a médica que estava do lado e a enfermeira me disseram que eu tinha que esperar o resultado da biópsia do tecido (da pinta e verruga) antes de doar. Eu perguntei o que uma coisa tem a ver com a outra. Mas não me responderam.

Possivelmente é uma conduta de cautela, mas sem fundamento. Afinal e se fosse pinta que não estivesse exposta? Bom não adiantaria ficar polemizando. Dei meia-volta e fui embora. Fiquei um pouco chateado. Uma cautela talvez pessoal da parte deles ou talvez norma do Pró-Sangue.

quinta-feira, novembro 18, 2004

Firefox 1.0


Eu já usava firefox há algum tempo, mas não ficava o tempo todo nele, eu preferia o Mozilla. Vi que a equipe do mozilla.org tem dado uma atenção especial nele, uma vez que características novas inexistem no mozilla, como o Extensions, uma espécie de plugins sob formato de script para ele ser cross-plataform.
Este navegador tornou-se o rival do Internet Explorer, vamos ver como ele se sai. Bom, a sua base de usuários vem crescendo com o tempo. Nos Sistemas Operacionais não Windows só uso Firefox ou Mozilla mesmo. O que me irrita são os sites IEonly que ainda não são poucos.
Vejamos se ele retomará o posto que fora antes do Netscape Navigator há anos atrás.

quarta-feira, novembro 17, 2004

América Central


Deparei-me com um mapa esses dias dessa parte de nosso continente e notei que pouco sei sobre esse pedaço da América. Certamente os mais conhecidos países são Cuba e Panamá, o primeiro devido ao alinhamento com a ex-URSS nos tempos da Guerra Fria e os problemas geopolíticos gerados, o último pelo canal que leva o nome do país. Fitando o mapa eu percebi que mal sei a ordem dos países, pelo menos da parte continental. Se me pedissem para esboçar um mapa à mão, possivelmente acertaria Panamá e erraria todo o restante, esqueceria-me de Belize e etc. Creio que a maioria dos brasileiros teria o mesmo problema que eu. Pior ainda a África, um esboço mal feito teria apenas a África do Sul, Madagascar, Etiópia, Egito, Marrocos, Líbia, Angola e Moçambique, e quanto ao restante? Muita coisa hehehe.

Claro não sou obrigado a ter informações completas do mapa em detalhes na cabeça. Mas eu fiquei indignado em desconhecer por quase completo a ordem e a localização da parte continental da América Central. Sei que essas informações teriam pouquíssima utilidade na minha vida, quando me lembro deles? Quando vejo no noticiário sobre um furacão passando por aquela região, como acontece de tempos em tempos, infelizmente, para depois chegarem nos EUA. Como o que passou no meio do ano, quatro furacões seguidos: o Frances, Ivan, Jeanne e Charley. Ou o Mitch em 1998 que passou por Honduras e Guatemala destruindo quase tudo no caminho pq ele foi de categoria 5 destruindo a economia desses países.

Bom, retornando aos mapas, falo sobre isso pq mapa sempre foi uma facinação espontânea minha desde a infância. Não sou um especialista hoje, uma vez que o mapa político muda levemente com o passar dos anos. Mas olho em um quando eu posso e fico olhando, e aproveito que tenho um sobrinho de sete anos por perto para ver se ele gosta também, mas percebi que ainda é muito cedo, ele se interessa só pelo Brasil, onde estamos em São Paulo pelo Japão e os EUA.
Ah, se tivesse uma utilidade maior e uma memória prodígia, eu guardaria os mapas, as capitais de todos os países e os chefes de estado e governo ( ou ditador conforme o caso) de cada um. Mas eu reflito melhor, e penso: "santa inutilidade!". Saber do básico já está bom!

quinta-feira, novembro 11, 2004

Morte de Yasser Arafat


Longe de quaisquer julgamentos religiosos ou políticos que eu possa fazer, pois por mais que eu tenha estudado história, leia jornais e sites de notícias, eu, um pobre conhecedor dessas coisas pois há muito tempo afastado do estudo essas coisas na escola e a minha pior nota no vestibular. Mesmo retomando tudo isso, leia tudo que haja a respeito dele, sempre haverá aquilo que nunca iremos saber: a verdade que nos foi escondida, tanto do lado dos palestinos como do lado dos israelenses.
Arafat não indicou sucessor algum, talvez por medo ou para não cometer "injustiças" com seus aliados para não gerar nenhum foco de desiquilíbrio. Mas certamente sua morte deixará um vácuo nas negociações de paz no Oriente Médio. A real paz duradoura é algo extremamente difícil naquela região, mesmo durante os séculos que estão por vir.

sexta-feira, novembro 05, 2004

Idéias que pipocam e desaparecem


Ontem antes de dormir eu tive uma idéia sobre alguma coisa, eu devia ter escrito a respeito no exato momento que ocorreu. Como sempre incorri no erro de que conseguiria lembrar no dia seguinte, no caso, hoje. A raiva é que já fiz isso várias vezes. Foram a preguiça e o sono que sobrepujaram a vontade.

domingo, outubro 31, 2004

Pendrive - Parte 2


Ontem eu descobri o site do fabricante do produto e baixei drivers e softwares melhores. Instalei o driver mas não fiz teste algum.

Hoje como eu teria que ir a uma escola um pouco longe de casa para ir votar eu pensei em ir escutando MP3 no caminho. Resolvi transferir algumas músicas nele, e tomei um baita susto, as transferências ficaram muito mais rápidas, na hora eu não me recordava de ter instalado o driver, mas depois caiu a ficha e lembrei. Muito bom. Bem que eu estava achando a transferência lerda demais mesmo para um USB1.1. Muito bom.
No momento estou utilizando um computador igualmente lerdo que meu 486. Estou num COMPAQ Presario CDS720 de um amigo meu, conectado a incríveis 14400bps. Traz um pouco de saudades do meu finado modem de mesma velocidade que eu tive, onde aprendi a manusear os comandos AT do padrão Hayes. Uma linguagem de configuração direta para os modens, conhecida apenas pelos malucos dos tempos de BBS para retirar o máximo do modem. Foi um modem vagaba xingling que eu tive, mas veio junto com o manual com um resumo dos comandos AT. Para quem não sabe ainda hoje os modens usam isso, embora cada fabricante adote sintaxes diferentes a seu belprazer. O que eu tenho de cabeça hoje é o da USRobotics, porque tenho três deles. Embora eu tenha banda larga e faça pouco uso de modem discado atualmente.

Senti hoje como os tempos de BBS usando modem 14400, onde em uma hora baixava-se no máximo 4MB, no caso dos 33600, 10MB, algumas vezes mais quando o arquivo permitia compactação com V42bis ou MNP5.
Bons tempos.

sexta-feira, outubro 29, 2004

Pendrive


Até há uns meses atrás eu só fazia uma idéia desse aparelhinho. Mas não fazia idéia de sua utilidade.

Eu estava em uma sala de micros. E observei algo estranho, os usuários teimavam em mexer na parte traseira do micro. Achei estranho a princípio. Detive-me um pouco no que realmente faziam pois sabia que não podia ser problema com cabos uma vez que não observava problema algum neles. Quando vi um deles retirando uma coisa pequena de lá. Imediatamente pensei, bom só podia ser algo ligado às USB, mas o quê? Alguns segundos depois saquei: era pendrive. Se fossem apenas um ou outro que fizessem uso dele eu nem teria notado, mas muitos deles usavam.

Pois é, usar disquete de 1.44MB não tem mais vez nos dias atuais, não cabe "nada" nele. Para mim isso ainda continua sendo uma quantidade astronômica de espaço, entretanto o inchaço atual dos arquivos o tornou impraticável. Cheguei a pensar que os zipdrives da Iomega ou os Superdisk fossem vir a substituí-los, mas o seu alto custo do acionador e da mídia nunca possibilitou sua difusão mais ampla. Muitas empresas e algumas universidades chegaram a adotar o zipdrive. Entretanto não foi adotado pelos usuários domésticos. O CDROM e os CDRWs preencheram parte desse vazio deixados pelos disquetes antigos ( que foi criado há quase 20 anos atrás! para uso no MSX ), mas não é todo computador que está equipado com gravadores para eles. A solução criada foi alguns acionadores de HD e gravadores de CD portáteis que usassem da USB, entretanto carregá-los para todo lado seria um sufoco. Então alguém ou alguma empresa criou os pendrives. Seu tamanho reduzido e sua praticidade deram origem ao seu nome, por lembrar uma caneta. Creio que tivessem inicialmente a capacidade de armazenamento de 16 e 32MB, hoje o mais vendidos possuem 128MB e 256MB. Ainda possuem um custo proibitivo mas espero que isso venha a cair rapidamente a curto prazo. Semelhantes aos primos memorycards, possuem o mesmo princípio de funcionamento, utilizam de um circuito integrado com a memória do tipo FlashROM ou EEPROM. Inclusive existem alguns pendrives que são meros soquetes para os memorycards, cuja difusão começou se eu não estiver enganado com o Playstation. As FlashROMs e EEPROMs surgiram como substituto aos BIOS em placas-mãe no lugar das antigas EPROMs, dada a facilidade que ofereciam de regravar os BIOS ( de onde vem o termo "flashar a BIOS". Equipam firmwares de acionadores de CD/CDRW/DVDRW, modens e de vários outros dispositivos microprocessados atuais, como celulares, equipamentos de automação, etc. Uma lista sem fim hoje.

Meu primeiro FlashROM foi um memorycard do Playstation, não sei onde foi parar aqui em casa. Mas guardo com orgulho um dispositivo que montei com um CI FlashROM Atmel 29C256 para uso um cartucho de MSX para armazenamento e teste de ROMs.

Comentei com minha mãe a respeito do uso de pendrives, claro que ela não entende de nada a respeito, mal mexe em meui computador. Entretanto disse a ela que gostaria de ter um, mas que o valor dele para mim ainda é proibitivo. Eu fiz isso com toda a inocência do mundo. Não foi um pedido. Sem eu saber, sem que eu ligasse as possibilidades, meus pais estavam com viagem marcada para visitar Foz do Iguaçu. E o que aconteceu? Em Ciudad del Este, após as compras deles, minha mãe pensou em mim e imediatamente veio meu comentário a respeito dos pendrives. Foram para uma loja e descreveram o produto tal qual eu fiz à ela. E compraram um produto três vezes mais caro: um pendrive com rádio+MP3/WMA player+gravador de voz incorporados, junto com 128MB. Mesmo sendo um Xingling, está valendo, funciona, seria um ingrato se reclamasse. Apesar de não ser propriamente um presente para mim. Vai ser para o uso de quem precisar, creio que sua maior utilidade seja o gravador de voz, que na pior qualidade, consegue armazenar 40h de voz( segundo cálculos meus de cabeça) nos 128MB, superando assim de longe alguns gravadores digitais do formato de caneta que eu já vi a venda que geralmente armazenam 10h. Num nível maior de qualidade talvez ele armazene isso, preciso fazer testes.

Esse pendrive veio com algumas falhas: o CD que veio com ele estava VAZIO!. Não estava em branco, mas estava sem nada, nenhum arquivo. Bom, pelo menos nos testes que fiz, o WindowsXP reconheceu no momento que liguei no micro. O mesmo não se deu no Windows98SE, onde tive que ir à caça de seu driver ( que deveria estar no CD) que encontrei após descobrir o nome do fabricante que aparece no dump da USB que fiz no Linux e no OS/2/eCS: a marca que apareceu foi Actions Semiconductors e depois e alguns cliques na internet encontrei o driver para Windows98. Procurei também pelo nome na frente do aparelho onde se lê: MIDI Japan. Bom de MIDI e de japonês não tem nada nesse pendrive+MP3 player.
Instalei o driver e funcionou, fiquei feliz, uma vez que o Win98 ainda é o mais usado aqui no athlon. O meu K6-2 está com a USB queimada por mim, talvez eu tente consertar a trilha de 5V e GND queimados, quando tiver vontade e quiser correr o risco de danos maiores :-P.

Testei no eCS 1.1 no mesmo athlon, o pendrive foi reconhecido, como disse acima, entretanto não tem driver, portanto não funciona, infelizmente. Já o Linux/Debian que testei agora há pouco aqui no Pentium166 funcionou de primeira (equipado com kernel 2.4.26) foi só montar e pronto: "mount /dev/sda1 /mnt/pendrive -w" testando antes claro com o "lsusb" para ver se o sistema detectou a conexão do aparelhinho.

Agora preciso descobrir como tocar no computador o padrão de gravação de voz que ele usa, que gera um arquivo .ACT que aparentemente "player" algum reconhece. Mas descobrir isso fica para outro dia. Só espero que não seja impossível...Talvez algum arquivo cifrado sei lá.

quarta-feira, outubro 20, 2004

DOOM 3


Relutei-me em ter esse jogo aqui. Cheguei a baixar parte dele algumas vezes e cancelava quando ficava contra a idéia. Mas acabei terminando e instalando o jogo.
Cheguei a baixar uma versão beta com uma parte do jogo. No athlon do meu irmão ficou uma desgraça de lento, uma vez que não tinha a opção de redução de nível de detalhamento gráfico. Tive a oportunidade de ver o jogo na casa de um amigo que tem uma placa de vídeo mais rápida, uma FX5700. Sim, o jogo era legal, mas não me agradou, talvez fosse eu querendo fugir do vício pelo jogo.
Enfim, baixei o jogo e instalei. Reduzi quase tudo de recursos no mínimo para deixá-lo o menos lerdo possível. Consegui. Ficou jogável no Athlon 2400+ 256MB com uma placa de vídeo Xabre AG200 64MB. As telas com muitos detalhes derrubam o FPS, mas nada que o torne injogável. Mas o carregamento de cada fase e sair do jogo levam uma eternidade, uns dois minutos. É a falta de RAM principal. Porque o jogo recomenda que se tenha 512MB de RAM.
O jogo em si lembra o estilo do half-life antigo com os monstros do clássico DOOM. Os sustos das quais eu só tinha jogando esse. Mas não é só mata-mata, tem que ouvir algumas gravações dos PDAs largados nas mesas dos funcionários que viraram zumbis.
Uma coisa boa consegui dessa vez, controlar-me do vício aparentemente, o que não acontecia com o DOOM antigo. Jogo um pouco e paro, não fico hooooras jogando como antes. Pelo menos disso eu me curei. :-)

terça-feira, outubro 19, 2004

� Algu�m


No caminho para a faculdade, fiquei notando nas pessoas no caminho. Eles s�o "algu�ms". Alguns em procura no lugar no mundo, indo trabalhar, indo procurar um emprego ou indo para a escola, e alguns j� trabalhando. Praticamente a totalidade deles eu nunca os vi na vida, e pouco provavelmente irei rev�-los algum dia futuro. Talvez alguns deles eu volte a ver, passageiros do �nibus que tomei pr�ximo de onde moro, mas assim mesmo, seria uma coincid�ncia grande eu ter guardado algu�m na minha mem�ria e lembrar tomando o mesmo �nibus num dia qualquer que vier.

Guardar o rosto e o seu dono � algo que tento fazer h� alguns meses. Uma vez que minha mem�ria facial sempre fora um desastre. Especialmente guardar a pessoa e o nome de pessoas que eu vi uma vez na vida, principalmente as que me foram apresentadas em algum evento ou em algum grupo de amigos em uma reuni�o qualquer. Na rua n�o se tem como saber o nome a n�o ser que pergunte, mas seria uma atitude um pouco estranha sair por a� perguntando o nome dos outros sem algum prop�sito. Mesmo que eu tenha um, mas que n�o poderia explicar para elas que estou "treinando mem�ria". Eu seria tratado como maluco, e se eu abusasse, minha fam�lia me internaria num manic�mio. :-P Mas isso seria um extremo.

Depois de tomar o �nibus, eu tento guardar o rosto do motorista e do cobrador. Foi um bom come�o, uma vez que aqui na Cidade de S�o Paulo usa-se o Bilhete �nico e tem-se 2 horas dispon�veis para tomar qualquer �nibus em qualquer quantidade durante esse per�odo para chegar onde se quiser pagando-se apenas uma tarifa, R$1,70. S� n�o pode ser usado no mesmo �nibus, seria brecha para passar o mesmo bilhete para v�rias pessoas, e por esse mesmo motivo, peguei o mesmo �nibus uma vez num lugar que eu fui, e o que aconteceu? Mesmo estando dentro das 2h, paguei a segunda passagem. Fiquei com uma raiva! Eu pensava em ir para o lugar pagando s� um. Hehehe. Acontece. Mas vou evitar se poss�vel.

Enquanto fa�o esse "treino de mem�ria facial" tenho notado o �bvio: guardar os rostos das pessoas cuja apar�ncia me agradam. Quem? Mulheres obviamente. Incluindo tamb�m as crian�as e beb�s que gosto de olhar h� tempos. Sempre pensei no dia que pudesse ter um filho, e poder carreg�-lo no colo e passear. Bom, o futuro daquele passado desse pensamento me reservou o Lucas, meu sobrinho que vive comigo desde seus 5 meses, hoje com 7 anos de idade. :)

Fico pensando na pessoa por tr�s destes rostos "an�nimos" para mim. Incluindo-se a� todos que vi, mesmo que por milissegundos. Pessoas que eu poderia vir a gostar sem saber. E outros que possivelmente iria detestar, como sempre existe. S� algum tipo de conv�vio para saber disso. Afinal a personalidade e o pensamento de cada um fica invis�vel quando se v� um "rosto an�nimo". S�o algu�m essas pessoas, � algu�m.

domingo, outubro 17, 2004

Inspiração


Não é propriamente algo que cai do céu, embora imaginemos isso muitas vezes. Há todo o cabedal de experi�ncias que fizeram isso acontecer, junto com uma idéia aliada, essa sim aparece de suspiro com a observação ou imaginação.
A partir daí o desenvolvimento dela passa ser a segunda parte. Muitas vezes deixamos essa parte parada e retomamos para largarmos em seguida. Precisaria criar uma disciplina rígida para que tais interrupções não prejudiquem o desenvolvimento, mas um longo abandono torna uma revisão necessária, exceto aos que possuem já de nascença ou treino uma memória maior que a média.
É um desafio. Manter-se perseverante e constante com as coisas que se faz na vida, procurando fazer sempre o melhor com a busca da excelência.

sábado, outubro 02, 2004

Calor vs Frio


Por uma semana e meia fez um calor infernal aqui em SP, e na quarta-feira o tempo virou e de veranico o tempo passou a ser invernado. Eu e meu sobrinho Lucas ficamos passando mal por conta dessa virada, ele chegou a faltar na escola na quinta-feira por conta disso. Tempo maluco esse. Até parece que eu não conheço o tempo daqui. :-P

quarta-feira, setembro 22, 2004

Porque Extreme rox


Essa foi a frase que mais ouvi durante minha perman�ncia em Guarapari. � o n�vel de jogo mais dif�cil do Metal Gear Solid do Playstation. Comecei jogando sem objetivo de chegar no fim, mas de tanto ouvir essa frase acima acabei jogando at� o final, foram aproximadamente 14h de jogo, 346 continues e 53 saves acho, preciso confirmar esses n�meros. A parte mais dif�cil foi vencer o Liquid Snake durante a briga e a fuga no final do jogo. At� ent�o eu s� havia chegado no final no Easy e no Normal, nem no Hard eu havia tentado.

Viagem de �ltima hora


Um amigo meu, Daniel Caetano, havia convidado-me para passar uma semana em Guarapari, a princ�pio eu havia dito que n�o poderia aceitar por restri��es financeiras. Mesmo sem minha presen�a, iriam Daniel, Ludmilson e Marcelo.
Entretanto, Marcelo passou por uma complica��o na gengiva por causa do nascimento do dente de siso. Acabou n�o podendo ir. Consumado isso, retornei a ser alternativa para ocupar sua vaga. Ap�s muita insist�ncia deles, acabei por aceitar na v�spera da viagem. Tive que arrumar meu vestu�rio �s pressas, foi um sufoco, mas foi sem problemas.
O carro em que fomos foi o Corsa do Ludmilson, de 1000 cilindradas, apesar de ser um pouco ruim em termos de falta de pot�ncia, vale pela economia de gasolina. O carro foi pesado, mas resistiu her�icamente. O caminho escolhido foi a melhor forma de se evitar a passagem pela cidade do Rio de Janeiro. Uma vez que conhe�emos a imprevisibilidade do tr�nsito l� da outra vez que fomos no Carnaval desse ano que passamos no maior sufoco. Saindo de SP, fomos pela Rod. Presidente Dutra at� a cidade de Volta Redonda para uma rodovia que ia at� MG, bordejando o Estado do Rio at� a Rio-Bahia. Um determinado trecho dessa rodovia estava temer�ria, quase intransit�vel de tanto buraco que havia. foram 60-70km de estrada esburacada percorrendo a aprox. 40km/h. Ludmilson que estava na dire�� foi uma l�stima, porque o consumo em uma situa��o como essa � um absurdo.
Continuarei outro dia, estou com muito sono.....



terça-feira, setembro 14, 2004

Ruas calmas em uma madrugada de São Paulo


Eu voltava para minha casa no carro de meu pai. Quando sempre faço quando utilizo-me do carro de outrem, eu uso o acelerador o mínimo possível para manter os gastos de gasolina ao mínimo. Ahh! As ruas quase desertas as 3:00 da madrugada são tão calmas, dirigo com muito gosto assim. Por isso gosto de dirigir em rodovias, desde que não congestionadas. Às vezes acontece, mas são raros, geralmente feriados prolongados.
Dirigi desde Osasco da casa de um amigo meu até minha casa, uns 25km de distância. Eu costumava andar nas ruas desertas nas madrugadas de minha cidade há uns 10 anos atrás, para aliviar minha mente ou para conhecer novos caminhos, apesar que a escuridão atrapalhava isso. Bem, hoje só faço isso em casos como hoje. Na realidade eu queria conhecer o novo túnel da Martaxa sob a Faria Lima, pela Av. Cidade Jardim. Estava fechado ainda, creio que o que está em funcionamento seja o da Rebouças não o que pensei que fosse. Tive vontade de passar por lá mas não fui. Eu estava com sono e meio cansado. Apesar de eu estar escrevendo esse texto aqui depois de chegar aqui em casa. :-)

Enquanto rodava de carro nas ruas quase-desertas, ficava imaginando no fluxo de veículos nos dias mais congestionados aqui, geralmente às sexta-feiras, principalmente nas de feriado prolongado. Tem muito carro aqui em SP hehe, graaande novidade essa. :-P Pensava no aspecto dos carros que outrora estão enfrentando engarrafamento, estão no presente momento estacionados em garagens nas casas de cada proprietário de cada um dos veículos e nos estacionamentos de prédios e nos privativos. Aqui em casa tem quatro carros. Aqui na Grande São Paulo em especial, existe um carro para cada dois habitantes, um absurdo! Aqui na minha casa é 1.5 carros por cabeça. O meu não conta muito pq raramente tenho utilizado, pq ele bebe muito. Só tenho utilizado o carro de meu pai em caso de necessidade extrema ( ir longe ou carregar peso geralmente ). Geralmente tenho utilizado ônibus. Odeio andar sozinho de carro de dia, irrito-me muito facilmente e viro um maluco na direção, bastam duas fechadas feias feitas por algum outro motorista, muito frequente quando andando com meu carro e sozinho. Apesar que tenho reparado que isso tem me "atacado" raramente talvez porque estou com carro dos outros, aí tomo mais cuidado.

Durante o caminho eu observava as casas e prédios, imaginando que nelas a maioria está adormecido recuperando-se de um dia cheio de trabalho preparando-se para outro dia de trabalho e stress. Pensava nas famílias com crianças dormindo, nos casais, nas pessoas que vivem sozinho em seus apartamentos. A maioria dormindo...Claro existem os que estão acordados conectados na internet nas salas de bate-papos ou navegando em sites. Não são poucos, basta entrar no chatter do UOL, Terra ou do iG. Muitos deles com horários de trabalho diferentes, ou simplesmente estão trabalhando mesmo. Tem os brasileiros residentes no exterior, mas suponho eu que sejam uma minoria, claro. Ouvia os latidos de cachorros, no canto do chamado
"pássaro preto" pelo meu pai, que começam a cantar no meio da madrugada. Vi alguns caminhões, alguns automóveis, o McDonalds e Habib's abertos na Av. Domingos de Morais, às moscas. Os carros passando no sinal vermelho. E chegando a minha casa, numa rua vizinha, um feirante montando sua barraca as 3:45. Acho difícil sofrer algum assalto estacionando o carro a essa hora. Mas me precavi, dei uma volta no quarteirão. Parando o carro em frente de casa, fui observar se havia algum suspeito para então abrir a garagem e estacionar o carro em casa. Hâ dois anos atrás levaram o carro de meu pai porque ele não tomava cuidado. Agora ele chama até o guarda-noturno para acompanhá-lo enquanto guarda o carro quando chega tarde depois das 23:00 geralmente.
Meu único temor quando faço essas coisas é um pneu furado ou alguma falha mecânica ou elétrica.
Mas mesmo com tudo isso, continuo a gostar de passeios noturnos sem objetivo definido, não é sempre, deve ser umas duas ou três vezes ao ano.

sexta-feira, setembro 03, 2004

Conexão discada


Há muito tempo não uso uma conexão discada, como estou no momento. Estou no micro de uma amiga minha e fazendo as atualizações e baixando alguns programas para instalar.
Como é duro ter que esperar tanto tempo para baixar meros 5MB, o que leva um minuto ou um pouco mais na minha conexão aqui levou meia hora. Mesmo sendo um modem 56k, parece que tem muito ruído na linha e ele reduz a velocidade. :-(

quarta-feira, agosto 18, 2004

ASUS A7V8X-X


Após a novela que foi a compra dessa placa mãe, ela está aqui funcionando estável e sem problemas. Tive diversos problemas de funcionamento com ela, memória principal com problemas, jogo 3D que não funcionava, e o pior, o CrashFree BIOS não funcionou quando eu tentei atualizar o firmware do BIOS de 1007 para 1009 na época. Hoje ela está no 1012.
Se você chegou aqui após usar o google pensando em comprar esta placa, apesar dos defensores em alguns fóruns de hardware( que tiveram sorte de pegar uma que funcionasse de primeira ) não recomendo a compra. Pois é uma verdadeira roleta russa pegar uma funcionando.
Diversos fóruns no exterior e aqui no Brasil confirmam os problemas de projeto desta placa. E agora, o Clube do Hardware conduziu um teste que ainda ressalta seu desempenho ruim comparado a outras de sua categoria. A conclusão diz que se trata de uma placa NÃO RECOMENDADA. Mesmo a troca do chipset, de KT400 para KT400A parece não ter contribuído para melhorar, pelo menos espero que tenha sanado problemas de conflitos e travamentos. Não sei qual desses dois equipa atualmente a placa-mãe uma vez que ela foi trocada pela loja, mas alegaram que trocaram a fonte e a memória, vai lá saber?
Entrei no forum do clube do hardware e apesar de alguns elogios de alguns sortudos, vários tiveram o azar parecido com o meu e vários problemas de todo tipo.
Fui na Santa Ifigênia no sábado passado, e via a caixa dessa placa em tudo que é canto. Muito sux!

segunda-feira, agosto 16, 2004

Motherboard MSI K7T266Pro2-RU


Neste final de semana descobri uma modificação que permite o uso de Athlon núcleo Thoroughbred ( melhor conhecido como Tbred ) nessa motherboard. Palomino iria ser duro de arrumar, ainda mais o seu top 2100+. E como estamos no Brasil, sua raridade só serve para inchar seu valor/preço de venda, principalmente nos leilões online como mercadolivre ou arremate.
Não vou poder comprar um Tbred ( no caso 2400+ o máximo suportado ) tão cedo. Vou ver se consigo algum duron usado de um amigo ou na Santa Ifigênia.
Li também que Barton é suportado com algumas restrições, no caso, os de clock mais baixo, 2600+ talvez.
Para isso, precisarei trocar a BIOS ( argh! odeio fazer isso, pela experiência que passei com o computador do meu irmão com mobo A7V8X-X que parou de bootar depois ) e "arrancar" dessoldar um capacitor SMD C37, próximo ao soquete do processador.
Espero ter sucesso, mas só vou fazer quando arrumar um Duron e vou testar com o athlon 2400+ do meu irmão.

quinta-feira, agosto 12, 2004

Arrumei uma motherboard para Athlon


Consegui uma mobo para Athlon da MSI modelo K7T266Pro2-RU. Apesar de estar fora de linha está valendo. Pena que o máximo suportado por ela seja o core Palomino. Não sei se vai ser difícil de encontrar um ou não. E o máximo dele seja 1733MHz(2100+). Verei se arrumo um processador Duron ou mesmo esse Palomino.
Ainda vou demorar para colocar esse micro em ação pois precisarei de gabinete, cooler, fonte(PSU-PowerSourceUnit) e memória (pelo menos 256MB mas espero poder comprar 512MB). Ou seja, pelo menos uns três meses de espera. :-(. Pelo menos HD eu já tenho, e placa de vídeo também, embora velhinha, mas é AGP Matrox Millennium G200 8MB. Não vou jogar nele mesmo.
Gosto de meu K6-2 atual, mas a lentidão dele às vezes me deixa com raiva, principalmente no mozilla e para descompactar arquivos.

quarta-feira, agosto 04, 2004

Sistema de Comentários


Hoje eu resolvi 'equipar' meu blog com um sistema de comentários para ouvir comentários e críticas ao que escrevo. Vamos ver o que acontece. :)

segunda-feira, agosto 02, 2004

Quero observar melhor o mundo!


Vou quebrar um pouco o tópico anterior que preciso continuar. Hoje li um artigo de um conhecido colunista cujo nome não irei citar para não influenciar na leitura.

Queria saber observar melhor o mundo, sempre fui um leitor ávido de vários livros e jornais. E eu sempre soube que minha retenção de detalhes e minúcias neles foi sempre mínima. Não fui favorecido pela providência no quesito memória, embora eu saiba que há espaço para um treinamento que melhore isso, mas nunca levei para frente pela dificuldade e rigor necessários. Bom, continuando, não nos é ensinado a observar o mundo objetivamente na escola. O máximo disso foram as aulas de laboratório (poucas) na escola básica(1o e 2o graus) e na faculdade. Talvez o melhor disso tenha sido quando fiz iniciação científica, onde coloquei em prova muito de minhas capacidades de observação.
O observar da qual escrevo aqui é o do sentido mais amplo, olhar, analisar, pensar, causa e efeito e conclusões etc. Por mais que eu venha a melhorar isso, creio que sempre haverá um tom de instatisfação de minha parte. Deixando-me ao mesmo tempo um pouco 'largado' ou com vontade de superar. Mas como a fronteira da satifação-insatisfação é por demais móvel, complicado chegar lá e parar de vez. Embora minha preguiça me domine a maior parte do tempo. Tenho raiva disso. É complicado.
Argh, estou com dor-de-cabeça, queria continuar mas está difícil. Preguiça? Não, mal estar mesmo, vontade de arrancar a cabeça fora. Odeio quando fico assim, só Parcel ou Loxonin resolvem. Novalgina/dipirona sódica, AAS/ácido acetilsalicílico e Tylenol/paracetamol não resolvem. Muito sux! :(

sexta-feira, julho 23, 2004

Exageros


Fui um pouco de exagero o que escrevi no final do último post. Nosso país é por demais complicado, excessivamente dinâmico de modo que propostas de soluções rápidas se tornam impossíveis. Embora sonhar e querer um melhor desenvolvimento seja importante para qualquer um que queria ser progressista. Mas é como é complicado transformar isso em realidade, tentar sozinho que é difícil.

quarta-feira, julho 21, 2004

Hardware vs Software


Esse é um pensamento complexo que já tenho há algum tempo usando um Sistema Operacional não Windows, no caso o OS/2.
Uma análise que tive pela falta de um plugin, no caso o Macromedia Flash7 no Mozilla. Para quem não conhece esse SO, os programas de windows não rodam nativamente no OS/2, da mesma maneira como os programas de Linux apresentam essa mesma característica. Existem adaptações possíveis como irei citar, entretanto para mim seria muito mais desejável um nativo.

Uma versão do Flash7 vazou na internet e foi divulgado em alguns newsgroups. Até então os usuários OS2zeiros tinham que se contentar com a versão antiga, Flash5 oficial. O qual atualmente se encontra muito defasado frente aos sites que já se utilizam do engine do Flash6 ou 7, dificultando a navegação em várias páginas da internet.
Pessoalmente não gosto de visitar páginas que se usam e abusam dos recursos desse plugin, visto que faço uso de hardware antigo ( K6-2 no caso ) e muitos sites com .swf ( que usa o plugin flash ) tem exigido muito da máquina, tomando não raras vezes quase a totalidade de processamento. Aqui entra o segundo nó da minha análise, o hardware.

Não nego a atração que uma página que se utiliza de flash exerce sobre nós. Aquela animação toda, o som, etc. Muitas delas comerciais, e mesmo as governamentais a usam. Isso em si é muito legal e chamativo.
Muitos jogos online se utilizam de flash, ou mesmo seu irmão mais avançado: o Macromedia Director. Felizmente poucos usam esse último, geralmente jogos que usam de recursos 3D e vetorização e de polígonos.
Apesar de tudo isso, para mim o fato desse plugin tomar tamanho processamento indica uma ineficiência grande de aproveitamento dos recursos de máquina. Mesmo que eu saiba que essa é uma característica generalizada nos softwares atuais.
Claro, há os novos recursos e tal, a inovação.

Ficando cada dia mais complexos e complicados de se entender e construir.
Claro que usando das ferramentas da Macromedia, esse processo é praticamente transparente. Embora existam muitos recursos que só possam ser feitos à mão.
A essa altura, muitos poderão discordar de minhas opiniões citadas, especialmente aqueles que lidam mais diretamente com a confecção de webpages. Não sou dessa área, isso que estou fazendo hoje é a primeira parte do que penso, o meu objetivo na realidade é mostrar um outro aspecto da moeda, que ao mesmo tempo é motivo de entrave e possibilidade de avanços aqui no nosso país. Difícil mas possível, um caminho cheio de pedras.

quinta-feira, julho 08, 2004

Gambiarras de minha mãe


Há cerca de duas semanas atrás o espelho do armário de escova de dente do banheiro quebrou. Essa semana fiquei encarregado de fazer a instalação do novo que meu pai comprou.
Desde sexta-feira que eu andava meio esquisito: peguei uma gripe ou algo do gênero fiquei um pouco febril e com bastante náuseas. Há tempos que não ficava assim. Por este motivo que acabei não fazendo o serviço de pedreiro! :-P
Bom, comecei na terça-feira, retirei o antigo, fixado por quatro parafusos. Como esse novo é diferente, não pude aproveitar os mesmos buracos já feitos. Tive que fazer mais dois furos. O primeiro furo, esquerda, foi fácil, sem dificuldade. Agora este segundo, o da direita, a broca não conseguia penetrar além de aprox. 1cm. Eu estava usando uma furadeira antiga, sem 'hammer' ( melhor conhecido como 'furadeira de impacto'). Eu e meu pai chegamos até a ir olhar os preços. Acabamos por desistir. Uma de marca Makita, a que eu queria ter custava R$267,00. Tinha de outras marcas, mais baratas mas não considerei porque nunca fui de comprar ferramenta mais barata, ainda mais uma que tem que durar uma década, pelo menos.
Minha mãe se queixou muito. Aí ela começou com a história que a torna obsessiva: 'ia fazer a mágica dela'. Eu continuava a tentar furar mais fundo, mas nada de avançar com aquela furadeira Bosch Hobby. Destruí o fio de duas brocas de vídia, conhecida popularmente como metal duro. Um material que conheço como cermet.
Bom, voltando à gambi da minha mãe, ela quis aproveitar o furo que consegui fazer, cortou o parafuso que iria l�, apanhou um punhado de super-bonder, embebeu um chumaço de papel e tacou lá. Não sei se vai aguentar com o passar do tempo, mas espero que dure. Pessoalmente preferia que eu tivesse comprado a furadeira de impacto. Mas como minha mãe fez isso, deixa para lá. Pelo menos, se esse parafuso meio 'engastado'(preso) falhar, o outro segura, apesar que o armarinho todo vai pivotar ( rodar ) nele. Bom, só não exagerar no peso suportado.

terça-feira, junho 15, 2004

Frio contínuo


Um amigo meu disse que se lembra de um frio contínuo como a que está aqui em São Paulo quando criança. Como possui a mesma idade que a minha, foi na mesma época, mas não me recordo disso. Bom, ele contra argumentou dizendo que ele fazia aqueles costumeiros treinos de desfiles de 7 de setembro comuns daquela época de infância, eu também quase participei da que tinha na minha escola. Devia ser alguma obrigação legal, mas não tenho certeza disso, mera suposição de minha parte. Por ter participado disso que ele se lembra que houve um ano, sem dizer especificamente qual, onde o frio era contínuo como desse ano.
Espero que esse frio não dure até setembro. Não é por não gostar do frio que digo isso, eu vivi o inverno japonês quando estive lá onde conheci como é a neve. :) e o frio mais severo que esse. Mas penso na população de idosos e crianças, onde o frio os castiga com doenças e pior ainda para quem não tem agasalhos. Infelizmente vivemos em um país que requer anualmente Campanhas de Agasalho para pelo menos ajudar quem não pode comprar o seu, principalmente os andarilhos e moradores de rua.

terça-feira, junho 08, 2004

Linux como bridge



Alguns sabem do que falo, mas muitos outros não, irão imaginar o inglês como sendo algo ligado a 'ponte'. Bom é por aí mesmo. Já faz tempo que queira montar isso.

Cerca de dois meses atrás, montei um Pentium 166 como um micro para ficar 24h/dia baixando torrents e algumas coisas mais ( no momento fazendo mirror de um respositório de arquivos de MSX). Mas para isso, tive que abrir mão da conexão do 486 que está lá junto, não foi difícil porque poucas vezes eu o tenho usado para navegar tamanha lerdeza :-P. Eu pensei em comprar um hub furreca para isso, mas achei que seria desnecessário uma vez que o Linux podia fazer isso, mas eu não sabia como. Como não era urgente, não me preocupei em fazer na época.

Há cerca de duas semanas atrás fui para a Santa Ifigênia comprar alguns CDs junto com um amigo meu. Foi aquela primeira semana de frio aqui em São Paulo que perdura até hoje. Eu já estava quase sem dinheiro hehe, como costuma acontecer quando vou para lá e aproveitei para raspar minha carteira e comprar um cabo cross para ligar o 486 ao Pentium 166 e eles se comunicarem, 1 metro só, e tive que raspar até minhas moedas.
Chegando em casa testei o cabinho, fiquei tranquilo. Instalei uma segunda placa de rede no P166, mas nada do 486 se comunicar com ele. Deixei passar duas semanas para não ficar puto e acabar destruindo alguma coisa, mas deixei a placa lá dentro. Nem ping. Como esse micro está sem monitor, sem drive de disquete e o CDROM precisa ligar, eu não fiz teste algum com o utilitário da mardita NE2000.
Anteontem eu juntei um pouco de paciência e trouxe para testar aqui onde uso meu K6-2. Reparei que o utilitário indicava falha. Pensei que estivesse queimado, como tantas outras NE2000 que já tive, seria a 4a ou 5a queimada. Bom, como tinha uma outra placa idêntica guardada, eu resolvi testar. Resultado: mesmo erro. Bom, duas coisas: ambas placas queimadas ou conflito com o RTL8029 ( uma placa de rede PCI que já estava dentro ). Mudei IRQ, porta, etc, nada. Essa NE2000 não tem jumper, ela é jumperless ou plug&pray. Nada de nada de funcionar. Eu já havia testado no 486, que gerava uma falha de boot no OS/2 dela, bom, como funcionava no rWin95, pensei se tratar de algum problema de configuração. Dito e feito, mudei o arquivo de config de rede, funcionou, estavam duas placas de rede no 486, essa NE2000 de nome esl816 e uma outra e2000. Retirei o e2000 fora e deixei essa esl816 ( a problemática ) e instalei-o no Pentium166. E FUNCIONOU! :-)

Havia algumas semanas eu andava pesquisando pela internet de como fazer o Linux virar bridge e poder conectar o 486 nele. Alguns sites diziam para recompilar o kernel. Tentei isso, que dor-de-cabeça. Vários indicavam isso, mas o gozado que pareciam ser tudos copy-pastes iguais. Imaginei então que pudesse haver uma segunda alternativa. E quem diria, descobri como fazer isso nos próprios how-tos 'escondidos' que estão instalados no micro junto com o Linux. Mais fácil não tem como, foi só instalar o driver 'ne'( para o e2000) com modprobe e colocar uma referência no /etc/modules. Pronto, já bootava com eth1 ( a eth0 é a da RTL8029 que estava antes) não precisando mais usar 'modprobe ne' na linha de comando.
Eu já havia testado o scriptzinho ridículo de bridge abaixo que botei no /root:

#!/bin/sh
echo "Iniciando bridge..."
brctl addbr br0
brctl addif br0 eth0
brctl addif br0 eth1

ifconfig eth0 0.0.0.0
ifconfig eth1 0.0.0.0
ifconfig br0 10.1.0.12

copy-paste de howtos de alguns sites que pensei que não funcionassem por causa da placa que não funcionava. Rodei ele, e funcionou!
Faltava tornar isso residente, eu li mais alguns howtos no HD e descobri que ao invés da solução acima via script ou no /etc/init.d/bootmisc.sh era só modificar o /etc/network/interfaces trocando algumas linhas existentes para o eth0 do original para o seguinte:

auto br0
iface br0 inet static
address 10.1.0.12
netmask 255.255.255.0
network 10.1.0.0
broadcast 10.1.0.255
gateway 10.1.0.254
bridge_ports eth0 eth1

e pronto! 486 conectado na internet via P166, muito bom! :))))
deixou o boot uns 30s mais lento porque parece que o sistema precisa fazer alguns mapeamentos, mas como não fico rebootando ele, nem me importei com isso. Um Linux fazendo bridge hehehe. E usando um único IP, diferente da solução ICS do Windows e de configurar o P166 como firewall, o que não é necessário neste caso.
Devo ser um dos poucos malucos que tem desde um Athlon 2GHz até um 486DX2-66. :PPP

sábado, maio 29, 2004

Frio


Não há muito o que dizer dela, além da necessidade do uso de mais agasalhos e cobertores ao dormir. Incomoda-me em especial porque normalmente minha mãe costuma deixar para eu usar cobertores que ficaram mofando quase um ano no armário e como tenho uma reação alérgica forte, fico espirrando a noite inteira, mesmo me afastando dele. Usei um pouco, já era, rinite alérgica. Dormi mal esta noite por conta disso. Eu já estava mal humorado porque a Eletropaulo resolve fazer uma interrupção logo no final da minha sessão trashmovie, assistindo Scanners 2. Descobri que nunca havia visto. Bom, tem uma reprise no TCA em junho, se eu não esquecer eu vou vê-lo inteiro.
Hoje de manhã botei o cobertor exposto ao sol para que os malditos ácaros e a porcaiada microscópica morram. Assim espero.

quarta-feira, maio 19, 2004

PetroBarril caro



Petróleo caro, sim está caro, mas comparar com a alta nos tempos de Guerra do Golfo em 1991-92 há doze anos atrás é estupidez uma vez que não corresponde a realidade da maneira como é apresentada pelas agências de notícias. Se esquecem do fator inflação que os EUA também tem, e pela tabela que eu costumo usar para esse tipo de coisa, foi de aproximadamente 25%, o que já é razoável.
Vejamos, o barril a US$41 hoje, corresponde a US$30,75 daqueles tempos. Recuso-me a fazer comentários adicionais quanto a esse engano bravo.
Claro que isso não me faz concordar com essa alta especulativa do barril preto, meramente consequência dessa guerra imbecil e oriunda de motivos espúrios. Tomara que vire um outro fiasco como a Guerra do Vietnã com a derrota dos EUA. Infelizmente com consequencias terríveis para o povo invadido, principalmente por parte da povo inocente.
Bom, há um ponto positivo com a alta do petróleo se ela perdurar demais, o estímulo na adoção do uso de fontes alternativas de energia. Apesar do desiquilíbrio que vai gerar mundo afora a curto prazo nas finanças de muitos países. Bom, estão atirando no próprio pé. Gostando ou não.

sexta-feira, maio 14, 2004

Eu quero....



Querer ou dizer "Eu quero.." parece tão fácil, duro é poder ter meios para isso. Quando somos novos, temos o auxílio de nossos pais, ou nem isso muitas vezes, por dificuldades ou por orfandade.
Muitos abrem mão de seus desejos por limitações ou pior ainda, fazem pequenos furtos ou partem para a ilegalidade para saciar as vontades por meio de ganho ilícito de dinheiro, ou praticando delitos a outrem.
Preocupa-me seriamente pela maneira com que isso tem aumentado por aqui, ao mesmo tempo em que soluções estão sendo feitas, a criminalidade parece aumentar a passos mais rápidos que sua punição.
Claro que a impunidade só piora o quadro, mas mesmo com a devida punição severa institucionalizada, muitos longos anos serão necessários para remediar toda essa situação complexa e de muitas facetas.
Todos querem viver melhor, mas parece que pouco fazemos para isso, cobranças ao governo estão tardias, mas são importantes, e iniciativas individualizada e regionalizada serão igualmente necessárias.

sexta-feira, abril 30, 2004

Meu SubServer Pentium 166MHz



O micro que estava no lugar aqui do Athlon, um Pentium 166MHz agora tem uma função só dele, ficar baixando imagens de CD via bittorrent durante o dia todo, principalmente de madrugada.
Instalei Linux Debian "pelado" nele junto com alguns programas básicos para uso. Ele tem uma característica: não tenho como ver o que acontece nele, uma vez que não tenho monitor sobrando aqui para seu uso. Tenho feito o acesso quase que totalmente via telnet e SSH (desnecessário para minha rede interna, mas só para poder me acostumar com ele, embora não tenha nada de mais.). Só tem um porém: tenho que digitar 'as cegas comandos de script para permitir que baixe os programas durante a madrugada para mim, uma vez que ainda não descobri como posso fazer acesso remoto, fazer o "request" e sair do telnet sem derrubar a tarefa sendo executada. Aqui o "&" após o comando não funciona, só para o Seti, que roda contínuamente.
Tive que roubar o cabo de rede que vinha usando no 486 para ele, por isso não tenho conectado no IRC de madrugada. Talvez eu venha a comprar um HUB para compartilhar entre os dois, mas só daqui alguns meses...
Ainda pretendo fazer algumas coisas mais nele, botar um FTP funcional, e um servidor de web pequeno....

segunda-feira, abril 19, 2004

Aniversário do meu sobrinho Lucas


No sábado teve uma festinha para o meu sobrinho Lucas, foi feita no Parque da Mônica no Shopping Eldorado. Foi muito legal. Meu amigo da Poli, o Rubens também esteve junto, uma vez que tem uma ligação "terrível" com ele: foi o responsável pelo Lucas ser corintiano!. Bom, uma relação de amizade bem interessante entre eles dois, legal vai ser ambos se lembrarem disso ao longo da vida. :)
Bom, foi interessante ter entrado naquela parte do Eldorado que eu nunca pude ter a chance de conhecer, entre as centenas de vezes que eu fui para aquele shopping. Fazia tempo que não via tanta criança junta num só local, brincando e esperneando, teatrinho da Turma da Mônica, casa do Louco, do Penadinho. Havia alguns computadores com jogo dos 7 erros e de pintar na tela sensível ao toque do dedo. Vi que eram meio antigos, pareciam estar rodando sob DOS, não cheguei a ver nenhuma tela azul (BSOD para íntimos), porque tinha um deles que estava no prompt do DOS. :) Bom, aquele programinha simples dificilmente irá requerer "updates" a menos do hardware antigo, num deles vi a tela congelada na BIOS e estava lá: 386. Hehehe. Nada como um bom e velho hardware que raramente encrenca, provavelmente micros de marca encaixotados naqueles robôs.
Pude brincar com um carrinho elétrico para crianças onde Lucas foi junto comigo e o filho da minha prima, o Michel foi com o Rubens. Houve uma aula de sinalização simples para criança e depois acompanhar o Lucas dirigindo aquele carro "lento". Ambos, Michel e Lucas dirigiram sem muitos incidentes.
Havia um outro que se chamava "bate pneu" para uma pessoa só eu fui inclusive brincar nele, o controle eram duas alavancas que controlavam as rodas de cada lado, para frente e para trás, independentemente, o que me fez divertir bastante foi fazer girar como pião como doido, para esquerda e para direita.
Depois foi a festinha, onde estavam os coleguinhas do Lucas, os filhos de minha prima Akemi e alguns amigos do Lucas, umas 30 crian¸as. Ficaram quietos só no começo depois qdo foram para o meio para brincar com as bexigas, foi um salve-se quem puder, não sei como ninguém brigou, era o caos total típicos da idade. :))
Ficamos até o fim do expediente, por volta das 20:30.
Voltando para casa, fui para a casa do Rubens, o Corsa dele estava com a bateria arriada, levei meu cabo de bateria e uma das baterias do meu no-break para a partida, usei meu cabo reserva "ruim" não consegui encontrar o meu. A partida do carro foi um pouco sofrido porque esse cabo "ruim"( bitola baixa) não ajuda muito, chegou a esquentar um pouco o cabo positivo. Demos uma volta na Av. Paulista e voltamos para pelo menos recuperar a bateria instalada no Corsa dele.
No domingo ele me enviou um e-mail dizendo que pegou "de primeira". Muito bom, significa que a bateria ( ele trocou no final do ano passado) vai durar, se estivesse ruim, não teria partido o carro.
Não sei por que, mas fiquei mais cansado andando no carro do Rubens do que quando fazia ele partir e durante a festinha do Lucas. Deve ser pelo horário, eram 23:00.

terça-feira, abril 13, 2004

Placa-mãe do Athlon


Após a leitura de vários artigos a respeito da placa-mãe pude constatar, essa ASUS A7V8X-X sucks- a-lot, sux, é uma droga, uma porcaria. Eu não fui o único, existe uma quantidade absurda de usuários que tiveram o mesmo problema nos fóruns pela internet. Inclusive tem até um que participa de um fórum de OS/2 que comprou a mesma mobo e está tendo os mesmos sintomas que eu tive. Eu decidi na compra de uma ASUS justamente para evitar estes tipos de problemas, pela suposta confiabilidade e durabilidade. A despeito disso tudo, tenho ela funcionando aqui, após a troca na loja, espero que ela não venha a apresentar problema algum nas mãos do meu irmão ou comigo mesmo.
Após todo esse "rolo" não volto a comprar uma ASUS nunca mais. Essa será a última, não recomendarei para ninguém. A menos que a fabricante venha publicamente assumir que foi "despejado" um lote grande dessas placas-mãe no mercado com problemas de fabricação. O que duvido muito face a dispersão de seus produtos, um ônus muito grande. Mas assim mesmo, a imagem da ASUS sai arranhada depois de tudo isso, e certamente para muitos outros que passaram pelo problema que eu.

sábado, abril 03, 2004

Windows98 vs Windows XP


No meu velho e bom K6-2 eu havia instalado há alguns meses atrás o WindowsXP em virtude de sua estabilidade face ao seu antecessores o Windows98SE ou pior ainda o WindowsMe, o desastre. Sim, ele é estável e menos sujeito a travamentos, mas o custo disso foi uma lerdeza absurda, uma estimativa de velocidade rodando um mesmo programa nele com o Pentium 166 meu velho rodando Windows98 apresentou o mesmo tempo de execução. Fiquei pasmo.
Essa semana adquiri uma placa aceleradora 3D antiga, uma Matrox m3D por módicos R$19,00. E chegou com os CDs de instalação e a caixa bem conservados. Uma pechincha, mesmo para um hardware antigo. Bom, por ser velho, não tem driver para WindowsXP e não é suportado pelo DirectX. Decidi então um downgrade para o Windows98SE, levei algumas horas durante a madrugada. Instalei os updates necessários e os drivers. Fiquei feliz que a placa estava funcionando bem, e melhor que pensava, embora tenha somente algumas dezenas de jogos que a usem, como Quake2 e TombRaider. Mas vou querer o quê com esse micro velho? Só posso rodar joguinho do tempo dele mesmo, hehehe.
Mas em contrapartida a esse downgrade, foi a instabilidade, já perdi a conta dos crashes e travamentos que já ocorreram. O pior é que o Windows98 no Athlon apresenta beeem menos travamentos. Isso me deixa um pouco louco, mas fazer o quê. Vou ver se encontro uma solução para isso, ou na pior das hipóteses, reinstalo o sistema operacional e deixo ele pelado, sem updates e sem lixos da microsoft.

quarta-feira, março 31, 2004

BeOS vs Athlon


Minha única frustração quanto ao Athlon aqui é o fato de eu não ter conseguido instalar nenhum dos BeOS que eu tenho, mesmo após várias tentativas infrutíferas, seguindo tutoriais e CDs que supostamente deveriam funcionar. Que frustração. Gosto tanto deste SO, queria ver rodando rápido aqui neste micro.
Mas enquanto isso, vou desfrutanto da rapidez que ele me proporciona no Windows e no OS/2. Com Linux tenho um pouco de encrenca por eu não ter conseguido configurar direito por falta de tempo e paciência.

sexta-feira, março 26, 2004

Athlon firme e forte


Finalmente estou satisfeito com ele. Roda muita coisa bem rapido, DivX, joguinhos, etc. Faz cálculos a uma velocidade alucinante comparado ao meu bom e velho K6-2 que estou usando no momento para digitar este texto. Só tive dois contratempos, a placa de vídeo que meu irmão escolheu, de nome Xabre da SiS, especificamente uma AG200D32. Ela é rápida e satisfatória para o uso que meu irmão fará, mas para mim, virou um problema, uma vez que para o Linux e OS/2 e provavelmente BeOS (se eu conseguir instalar) vão ter que rodar em modo VESA em framebuffer na melhor das hipóteses. O flick no OS/2 em modo 1024x768 está me deixando maluco. Problemas esses inexistentes claro para o Windows, pelo menos. Essa placa aparentemente foi uma tentativa fracassada da SiS para concorrer com as placas gráficas 3D da GeForce e ATI Radeon, um PCChips das placas de vídeo. Assim como placas mãe dela usam SiS.

Também me sentia bastante incomodado com a alta temperatura do processador, chegava a belos 65-70oC em dias de médio calor e com alto processamento. Então resolvi abrir tomando o máximo de cuidado em preservar o selo de garantia e instalei dentro um ventilador de exaustão no local próprio para isso próximo ao processador, do lado dos conectores. O resultado foi incrível, caiu para médios 42-49oC. :D Melhor que eu esperava.

quarta-feira, março 24, 2004

AthlonXP 2400+ Funcionando!



Muito bom, finalmente, após 23 dias da data de compra o bichim está funcionando, apesar disto tive bastante trabalho ontem testando-o nas mais diversas situações e com Sistemas Operacionais diferentes. Destes, só não consegui fazer funcionar o BeOS que tem problemas com Athlons, existe o patch e vou testar hoje, vou ter que usar um CDRW. Ainda bem que são regraváveis. :)
Apesar do alívio, a dor-de-cabeça que se seguiu foi um absurdo, tomei Dipirona sódica( vulgo novalgina) e Diidroergotamina ( nome comercial Parcel). Tive que tomar dois comprimidos deste segundo, e ele é 99% garantido de sarar mas tem problemas com excesso de dosagem por isso não abuso dele. Porque o corpo vicia dele e só sara com ele, e depois pior, nem com ele. :(. Coisas de bioquímica.

segunda-feira, março 22, 2004

A Novela do Athlon do meu Irmão


Espero que amanhã seja o fim desta dor-de-cabeça. Ficou pronto hoje, não me pergutaram nada, acusaram de nada, ainda bem. Como era quase final do expediente comercial, não haveria tempo para ir buscar, mesmo de carro, deixei para ir amanhã. Vejamos se vai ficar tudo bem, rodando tudo sem problemas e inclusive os jogos que meu irmão tanto quer jogar, e já está sem paciência de esperar.
Só esperar para ver e acreditar. Espero que eu não tenha que ir novamente reclamar de alguma coisa no dia seguinte....

segunda-feira, março 15, 2004

Aznar perde a eleição


Seu candidato a sucessor, favorito até antes da trajédia, Rajoy perdeu a eleição para a oposição, o Zapatero. Um resultado previsível. A essa altura, o partido de Aznar e o próprio devem estar loucos da vida com esse reviravolta.
Às vezes governos precisam tomar decisões impopulares, mas esse em especial, o de se aliar aos EUA, foi ignominioso. Um risco que Aznar sabia que havia, mas como se imaginava um país periférico na guerra, desconsiderou. Agora paga um alto preço pelo que fez.
Duro é pensar que 200 pessoas, aqui no Brasil, morrem todos os dias em acidentes de trânsito, em tiroteios, balas perdidas, etc. Não sei a quantidade exata indicada pelas estatísticas. Mas sei que muita gente morre por dia por aqui, podendo até dizer que estamos em uma situação de Guerra Civil, entretanto o governo não aceita isso. Como a impunidade e a corrupção correm soltos, as coisas continuam como está só podemos lamentar essas mortes de todos os dias aqui no nosso país.

domingo, março 14, 2004

Campo de Batalha


Vi com profundo pesar o atentado na Espanha em Madri onde trens e cidadões comuns são alvo de ataques terroristas.
Espanha está recebendo o troco do preço político da decisão tomada por José Maria Aznar de apoio ao Terrorismo dos EUA, sob a sofisma de "Guerra pela Paz", em troca de apoio político e comercial com aquele país. Um "toma-lá-dá-cá", uma troca de favores, tal qual fizeram a Inglaterra e outros países. Agora suas populações sofrem pelo medo constante de um novo atentado que possa vir a acontecer em seus respectivos territórios.
O povo da Espanha não defendeu a aliança aos EUA de seu país, antes foi uma rejeição de 80%, mas faltou representatividade no congresso para rejeitar a decisão tomada por Aznar. Pois supostamente a Espanha, apesar de ser um estado monárquico, é parlamentarista, não é uma monarquia ditatorial. Desconheço o sistema legal para saber como foi o processo de decisão tomada por Aznar de se aliar aos americanos, mas supostamente uma democracia republicana forte deveria ter impedido uma iniciativa como essa, indo de desagravo com a opinião pública.
Aqui no Brasil também falta isso, pois quase a totalidade das decisões importantes são tomadas com quase total desconhecimento da população. Somente aqueles que recebem uma atencão grande por parte da imprensa passam a fazer parte das discussões do dia-a-dia da população. Apesar que pior é quando a opinião pública é cingida por reportagens parciais que em maior ou menor grau já imputam a opinião a ser tomada pelo público acrítico.

terça-feira, março 09, 2004

O Athlon2400+ do meu irmão :(


Esse Athlon virou uma dor-de-cabeça, tenho que ir para a Santa Ifigênia de novo hoje, o micro inteiro, para averiguar o por quê dele não rodar os malditos jogos atuais 3D que meu irmão quer jogar tanto. Primeiro foi a memória, agora pensei que fosse a placa de vídeo, mas não era pois eu o substituí e nada feito. O restante, tirando o excesso de aquecimento que pára o micro as vezes com o gabinete fechado, rola sem problemas, para navegar, ICQ, etc. Jogos recentes, esquece, como Warcraft3, Castle Wolfenstein e UnrealTournament 2003. Até Alien vs. Predator que é um jogo meio antigo trava, que raiva.

sábado, março 06, 2004

Micro rápido e os jogos



É complicado resistir aos joguinhos nesse Athlon do meu irmão. A idéia que tenho é de nem começar para nem viciar. Ele eu sei que vai, mas ele tem tempo, por enquanto. Eu não posso me dar a esse luxo, embora eu até poderia em princípio, mas não vou. Tenho que fazer meus deveres. Vou jogar só quando estiver muito de mau humor ou sem vontade alguma. Quando nem debugar e desenvolver MSX estiver rendendo.

quinta-feira, março 04, 2004

O Athlon 2400+ do meu irmão



Segunda-feira, eu e meu irmão fomos para a Santa-Ifigênia comprar um novo micro para ele, um Athlon 2400+ com uma configuração razoável. Ficou pronto no fim de tarde de terça feira, como não estava muito afim de enfrentar o trânsito, deixei para ir buscar na quarta-feira. Trazendo o micro aqui em casa, lá estava eu trocando as CPUs ( substituindo a velha) mas aproveitando a mesa e o monitor. Percebi que ele veio com o HD vazio, o que era de se esperar. Entretanto, ao bootar os CDs de Sistema Operacionais notei que havia algo errado, havia uma ocorrência errática de erros de sistema, GPFs, crashes etc. As únicas coisas que não travavam era o DOS modo real do Windows98, o FreeDOS e o DOOM, tanto 1 como 2. Quake travava depois de alguns segundos de jogo, até o instalador do Linux travava!
Eu fiquei a tarde inteira insistindo, supondo que o problema fosse originário do aquecimento. Abri o gabinete. Nada, crashes continuavam. Botei um ventilador das comuns do lado do gabinete ventando para dentro. Os crashes continuavam, tentei instalar qualquer coisa, e eu tentava imaginar uma maneira de convencer os vendedores da loja a trocarem ou o processador ou a placa-mãe supondo eu que alguns desses dois fossem a causa do problema. Antes de dormir, por volta das 1:30 da manhã me ocorreu então que o problema poderia estar no módulo de RAM, um DDR333 256MB.
Acordei cedo, por volta das 6:30, liguei o computador, e o K6-2, para baixar o memtest86. Peguei o ISO, gravei num CDRW e rodei no Athlon. 5min depois, nada, 10min depois nada. Resolvi largar testando enquanto eu iria tomar um banho. Já meio impaciente crendo que a RAM não fosse a causa dos crashes. Saindo do banho, olhando o monitor do computador, eu gritei "AAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHH". 57 erros!!!
Tirei o módulo fora da placa-mãe, levei até a loja para substiuição foi rápida e sem reclamações. Voltando, recoloquei o módulo no computador, liguei, rodei o Quake já instalado, e muito bom, rodou perfeitamente. Assim mesmo rodei o memtest86 pelos mesmos 20minutos que detectaram o problema no módulo anterior e sem erros. Muito bom.
E após algumas horas, o micro aqui está funcionando sem problemas.
Eu nunca tive problema com módulo de memória, esta foi a primeira vez, por isso eu apanhei, e como!

quarta-feira, março 03, 2004

Teclado



Sei que muita gente tem esperança do dia que o uso da voz ou de alguma interface mental possa tirar esse "periférico" entre o PC e nossas mãos, já existe isso, se chama via-voice, entretanto não é muito utilizado, eu pessoalmente nunca testei e nunca vi funcionando, embora tenha uma versão nativa para o OS/2.
Até lá eu irei me virando com ele. Reparei há tempos que o teclado de meu uso andava sujo e imundo, ontem há noite resolvi abrir para limpá-lo. retirei tecla por tecla, as membranas internas, etc. Creio que esse teclado nunca passou por uma limpeza interna a julgar pela sujeira que encontrei. Durante a limpeza eu acabei quebrando um dos suportes que estabilizam a barra de espaço junto com uma "haste de pivotamento". Tentei ver como ficava sem a tal trava e ficou uma porcaria, a barra de espaço travava em um dos cantos. Então resolvi fazer um substituto para a trava, um pedaço do arame do clips. Ao instalar no lado que quebrou, acabei por quebrar o do outro lado também, então fiz para os dois lados. Ficou bom. :)

Ah, esqueci de mencionar o motivo que me levou a limpar meu teclado: o aprendizado do layout Dvorak diferente do nosso qwerty. Pode ser que venha a ser mais um dos modismos inventados por mim não duradouros, mas vou tentar aprender a usar aos poucos, muitos sites mencionam a maior eficiência na digitação da língua inglesa, vou testar. A idéia de testar o dvorak partiu do Antoniutti "msxland", amigo meu de Curitiba. Disse apenas que já viu ou ouviu falar que ele é mais eficiente e rápido. Modifiquei as teclas de lugar para eu poder usar dvorak sem ficar precisando de um papel com a disposição de teclas na minha frente. Embora tenha ficado estranho pois as teclas de algumas linhas possuem altura diferente das outras, ficou usável. Não vou ficar me dedicando ao seu aprendizado, irei treinando aos poucos dia a dia, espero que em um ano eu já tenha uma velocidade de digitação comparável ao do teclado normal qwerty. Não me importo com as teclas estarem fora do local mesmo pq para digitar no modo tradicional, eu não olho para o teclado mesmo, confundo-me um pouco no começo quando passo a usar um ABNT-2, entretanto para o US-International não tenho problema algum em digitar. Veremos se em 2005 vou conseguir usar dvorak tão rapido ou melhor que o qwerty. Claro ainda continuarei usando qwerty por muitos anos. Espero que isso não me leve a ficar confuso na minha cabeça. Mas lendo alguns sites a respeito, percebi que a longo prazo, intercambiar de um teclado para outro é mera questão de "chaveamento" metal. :)

segunda-feira, março 01, 2004

Distribuição do uso do Tempo



Há muito tempo já havia percebido o tempo dispendioso que fazia uso de bobagens aqui na Internet, sabia disso, entretanto era difícil abandoná-las. Então tomei uma drástica decisão: abandonei quase que totalmente os vícios que tomavam conta de mim. Uma vez possuidor de uma conexão de banda-larga, o controle do uso sempre foi mínimo. Uma vez ou outra tentava abandonar alguns dos hábitos, sem sucesso. Hoje de madrugada resolvi abandonar quase tudo, pelo menos por alguns meses de modo a disciplinar minha vida. Terei sucesso porque nunca tive tal tipo de atitude até hoje. E meu costume seria sumir sem comunicar nada aos amigos, bom, por este blog estou cumunicando.
Continuarei meus projetos ligados ao MSX, ao Amiga500, OS/2, Linux. Passarei a me dedicar mais para minha vida profissional de hoje em diante, uma vez que deixei ela um pouco de lado desde que me desliguei de meu último emprego. Hobbies podem enriquecer a vida, mas no meu caso, não tem servido para "comprar meu pão".
Esse blog continuará funcionando, escreverei ainda, não se preocupem. :)

Sucesso a todos!

sábado, fevereiro 28, 2004

Calor



Um dia desses, acabo derretendo literalmente.

quarta-feira, fevereiro 18, 2004

Aquecimento do HD



Recentemente ganhei um 2o HD para meu computador, um Quantum Fireball lct20 de 40GB, aliando-se ao já existente Maxtor DiamondMax 8 de 30GB. Esse HD adicional me ajudará bastante para resolver meus problemas de espaço de disco entretanto criou um problema de aquecimento interno, uma vez que ele constitui o segundo maior gerador de calor atrás do microprocessador. Ainda não adquiri um cooler de HD. Hoje, fazendo utilização intensa dele ( leia-se uso de eMule ) percebi que o programa de monitoramento de temperatura do Maxtor disparou, isso aliado ao tempo quente que fez hoje, para piorar a situação. passou do limite que estabeleci de 45oC. Tinha duas opções: desligar o micro ou colocar o antigo cooler que havia dentro dele no fundo do gabinete. Resolvi executar o plano B, hehe.
Após uma hora de trabalho para resintalar o ventilador, liguei o micro e vi que a temperatura caiu para uns 40oC. Apesar disso, posso vir a adotar uma postura mais radical, uma vez que não estou satisfeito com esta situação. Talvez eu instale um ventilador diretamente na frente dos HDs por ar insuflado por fora, ainda estou pensando se faço um buraco ou aproveito a baia livre do drive de disquete de 3.5. Vou pensar na situação e resolvo depois.

sexta-feira, fevereiro 13, 2004

Cupins e ferramentas



Para aplicar o maldito veneno acabei comprando máscara com filtro contra gases orgânicos e aproveitei para comprar um estetoscópio para detectar vibração mecânica, a ser usada para detectar ruídos do cupins, bem tênues. Valeu a pena.
A máscara faz uma diferença fenomenal apesar de precisar fazer respiração forçada, mas já acostumei com ela.
Já o estetoscópio tem muitos outros usos, como no motor de um carro e em rolamentos para eu perceber algum ruído que indique problemas, normalmente imperceptível para o ouvidos normais.

quarta-feira, fevereiro 04, 2004

Cupins novamente!



Fiquei muito irritado em ter descoberto outro foco de cupim aqui em casa. Foi no quarto de minha mãe e estragou o fundo do armário embutido. O estrago foi baixo, creio que tenha sido infestado em menos de duas semanas pela extensão que observei. Terei que passar veneno anti-cupim em todo o armário. Mas ficou uma dúvida: e se atacarem a viga horizontal que suporta o telhado? Não tenho nem como inspecionar. Bom para chegarem do meu quarto até lá só por meio da alvenaria. Bichinhos persistentes eles não, tenho que aprender isso também. O incrível é que a procura por alimento(celulose) deve ser feita a esmo, afinal madeira após longos anos deixam de exalar quaisquer odor que tenha em seu interior.

quinta-feira, janeiro 29, 2004

Jogos de Computador e Videogames


Meu sobrinho está de férias, e quando ele fica sem ter o que fazer, fica me pedindo para jogar alguns jogos em rede. Como não disponho de tempo de "sobra" para isso, resolvi reinstalar e renovar o meu estoque de jogos emulados e outros de PCs antigos mesmo. Acabei desenterrando o Starcraft, jogo que meu sobrinho via quando pequeno mas não entendia nada, mas se lembrava por causa de algumas frases do jogo: "go-go-go" e "let's move". Um trabalho razoavel, uma vez que eu não me recordava de como aplicar o crack apropriado, fui descobrir que faltavam as definições no registro do Windows. Então consegui fazê-lo rodar. Como eu já estou enjoadíssimo dele, nem me importei.
Depois, revivei o emulador do SNES e o MAME, usei muito os dois há alguns anos atrás. Bons tempos, baixei a coleção completa do Metal Slug, que gosto muito de jogar, e mais alguns para a diversão do meu sobrinho.

sexta-feira, janeiro 23, 2004

Pascal


Mesmo eu estando aos poucos me dedicando ao aprendizado de C, retomei a programação em Pascal por meio de um compilador gratuito disponível para Linux, OS/2 e Windows para a computadores x86 ( vulgo PC), o Virtual Pascal, criação de programadores da Ucrânia, um compilador muito interessante, por ser free, e compatível com os da Borland.
Minha primeira linguagem de programação foi o Basic no MSX depois aprendi o asmZ80 nele também, E minha primeira linguagem estruturada de programação foi o Pascal, mexendo no TurboPascal 3.0 disponível para o MSX e posteriormente, onde me aprofundei em Pascal, na Escola Politécnica.
Vou fazer isso nas horas vagas ou em momentos em que eu esteja "sux" e queira ficar menos sux. Hehehe.

quarta-feira, janeiro 21, 2004

Cupim



Descobri ontem que os cupins refizeram a colônia na árvore em frente de casa, após a destruição que fiz lá. Pensei em matar e jogar veneno, mas como meu pai quer que a árvore morra ou fique enfraquecida, vou deixar. Por quê? Pois ela cresceu muito rápido nos últimos anos e está tornando minha casa muito escura de noite. Então vou deixar como está.
Muito sux!

domingo, janeiro 18, 2004

CPMF mundial contra a fome?


O nosso presidente está começando a viajar muito nessa história de combate à fome. Delírios à parte, devia se preocupar mais com nossos problemas a ficar propondo idéias de auto-promoção pessoal imaginando ser "legal" em ser o primeiro estadista a se expor com esse tipo de coisa.
Ele até pode querer mudar o mundo para melhor, mas transformar os governos e o sistema bancário do mundo em provedor de alimentos para os famintos? Tem é que criar condições para as pessoas por si próprias consigam se alimentar.

sábado, janeiro 17, 2004

Problemas no WindowsXP de um amigo



Um amigo meu que utilizava normalmente o WinXP começou a ter problemas com ele: o sumiço da porta USB no WinXP, e como ele usa webcam USB com frequência, Não podia continuar sem ela, uma vez que é ferramenta essencial para manter contato com uma certa pessoa. Tentou resolver por várias horas seguidas e nada. Então ele veio pedir minha ajuda. Olhei, tentei fazer o WinXP reconhecer o "hardware novo" e nada, horas, horas, reinstalei o Windows por cima do antigo, continuava com o mesmo problema, aliás, foi pior, porque ele durante a instalação reclama da falha de um DLL, isso por três vezes seguidas. Resolvi então reinstalá-lo do zero. Assim ele conseguiu reconhecer a USB, com um detalhe, não consegui fazer a USB onboard aparecer, só a placa extra de USB. Que raiva!
Bom, com a instalação nova do WinXP, outra surpresa, não sei se ele "detecta" o tamanho do HD, mas ele ocupou 2GB sózinho! E aqui no meu micro, ele ocupou 1GB, não entendi o motivo de tal disparidade, uma vez que o CD utilizado na instalação é praticamente o mesmo. Muito bizarro!
Enfim após várias horas de paciência e ajustes, conseguimos instalar o Service Pack 1a e os aplicativos. Preciso descobrir mais a respeito dos segredos por trás do WinXP, não que tenha prazer, longe disso, preciso para conseguir fazer os ajustes finos dele para poder fazê-lo render melhor no meu antigo micro.

quarta-feira, janeiro 14, 2004

Visto Livre dos brasileiros para os EUA


Uma proposta feita pelo nosso Ilmo. Presidente Lula ao governo dos EUA ao Presidente, George W. Bush. Uma proposta que soa bonito e confortável para qualquer um de nós brasileiros. Mas vários são os motivos que impedem isso:

  • o passaporte brasileiro é facilmente falsificável;

  • brasileiro não tem "rosto" definido - podendo ser de qualquer etnia;

  • a Polícia Federal brasileira não está equipada para controlar o fluxo de imigrantes e emigrantes;

  • as fronteiras terrestres brasileiras são um convite para terroristas usarem o Brasil como "ponte" e como moradia ilegal, visto a quantidade de estrangeiros residindo ilegamente por aqui;

  • o Consulado Geral dos EUA aqui no Brasil está acabando de construir uma nova sede gigantesca no Morumbi aqui em São Paulo para substituir o atual no Jardim Paulista e inclusive, aglutinar suas "filiais" do Rio de Janeiro e Belo Horizonte, centralizando suas operações;


Ou seja, Lula nem sequer pensou nos problemas que temos para analisar a proposta, provavelmente o fez por achar "bonito" e porque talvez a tentativa fosse válida, embora com remotíssimas chances de sucesso. Votei no Lula, e essa atitude precipitada dele me deixou um pouco chateado, revelando que ele não fez a mínima questão de ver as reais possibilidades de se "vingar" sua idéia.

A proposta de mudança do passaporte brasileiro para uma versão mais segura provavelmente existe há anos, entretanto, a burocracia brasileira não deve estar "afins" da modificação, o que revela no mínimo que ainda hoje, sejam vendidos ilegamente no mercado negro internacional. Afinal, nesse lugar, nosso incrível "passport" vale US$ 10.000,00 cada.

Teríamos que fazer um controle rigoroso de nossas fronteiras terrestres e marítimas, melhorar e muito nosso passaporte, e muito mais que nem quero imaginar.

Se essa idéia vingasse, as novas instalações do consulado geral se tornariam um "elefante branco" e duvido muito que abririam mão da necessidade dos vistos, uma vez que a taxa é de US$100,00 para cada pedido, valem por 10 anos, mas ela tem que ser paga e não há ressarcimento em caso de pedido negado.

Conclus�o final: Proposta invi�vel.


sábado, janeiro 10, 2004

Meu sobrinho nasceu!


Ele se chama Pedro Henrique, nascido no dia 6 de janeiro. Fui visitar meu irmão e minha cunhada em Miguelópolis, 450km daqui da capital, ficando outroassim cinco dias fora de casa, e sem atualizar meus blog aqui.
Fiquei muito feliz pelo meu irmão e pela minha cunhada, mesmo com a apreensão do meu irmão pelo seu filho, a vida se resolve, sei que ele tem a cabeça no lugar e que fará tudo para o bem dele, mesmo com as dificuldades e desafios.
É meu segundo sobrinho, o primeiro se chama Lucas e está aqui em casa já desde seus cinco meses, tendo atualmente quase sete anos de idade. Muito bom ter convivido com uma criança.
Foi uma viagem longa e na volta, passei por Águas de Lindóia, onde meu pai possui um terreno, passamos para averiguação e acabamos por descobrir que se localiza num barranco de uns 50o de declividade. Ou seja, inviável para os planos de meu pai em construir uma casa, a menos que se "cave" toda aquela terra e mesmo assim, sob risco de sofrer algum tipo de deslizamento de terra que provoque destruição. Foi venda de um corretor de imóveis que pode ter vendido por má fé ou não uma vez que não consta na planta do condomínio o "status" de cada lote. Bom, meu pai vai resolver a questão, vamos ver como fica. Mesmo sendo um condomínio fechado, ainda tem poucas construções. O local é muito bonito, tem uma lagoa no vale em que se localiza, mas ainda falta asfaltamento das ruas internas. Tanto é que cheguei a atolar o carro na entrada e tivemos que empurrar o carro. Fiquei com o sapato sujo de lama, e até meu sobrinho ajudou e acabou por escorregar e se sujar. Na hora é um "desespero" mas depois, só risadas, uma vez que não passo por essa experiência há alguns anos.
Visitei as cidades da região e pude perceber que entre as cidades, a mais desenvolvida em termos de comércio e serviços é Serra Negra, tinha congestionamento a lá São Paulo! Foi complicado até de se achar um local para parar o carro!
O que mais atrapalhou foi a chuva que caiu quase que a toda hora. Talvez homenagem de São Pedro ao nome do meu sobrinho, Pedro Henrique. :-)

segunda-feira, janeiro 05, 2004

Windows XP


Ontem decidi instalar esse outra desgraça no lugar do meu Windows98 que andava mal das pernas, travando muito, enfim, torrando minha paciência. Irei experimentar por uns tempos, ele pode ficar muito inchado, o que n�o duvido que aconteça se eu for instalar muitos aplicativos "tranqueira" aqui como costumo fazer.
Caso fique impossível de usar após o mínimo de programas, irei tentar instalar o Windows2000, e na pior das hipóteses volto pro Win98SE.
Tudo isso só para poder usar os aplicativos "Windows only". Como tenho uma máquina fraca para os padrões atuais, tive que reduzir o inchaço do WinXP ao mínimo, retirando todas as opções de "enfeite", ficando meio parecido como o Win98 mesmo.

quinta-feira, janeiro 01, 2004

FELIZ ANO NOVO!



Desejo um Feliz Ano Novo para todos habitantes de nosso planeta Terra. :)


Mesmo sendo uma data de caráter predominantemente ocidental e ignorado por muitos povos que não usam o calendário gregoriano. O fato de ser comemorado pela maioria dos povos de nosso mundo e onde nos faça renascer novas esperanças o faz digno de mérito. E sendo hoje o dia de Confraternização Universal, leva-me a pensar em tantas coisas, onde desejos de melhoria são de pleno anseio de tanta gente mas que a realidade da vida nos leva a perturbar nossos ideais. Portanto que nos esforçemos sempre nas melhorias e deixar de lado as coisas ruins e as maldades que nos cercam. Um esforço hercúleo, sem dúvida.