segunda-feira, dezembro 12, 2016

Troika à Brasileira

A Troika, um termo russo interessante, muito bem aplicável em nossa terra brasilis. Em rigor, indicaria governo de três pessoas, três organismos. Aqui e em outros países, tal como é usado na Europa, para definir o BCE, FMI e Comissão Européia. Seria no bom português, um triunvirato. E escrever Troika é mais bonito!

Isso define o governo de poucos, onde reuniões e conluios secretos estabelecem os rumos políticos da nação. Não bem um clube de três como diz o léxico, mas um grupo de poucos. Trocam-se os membros, mas não o hábito. Os conchavos, trocas de favores, os toma-lá-da-cá, na falta de material de escambo ( ameaças ?), as tão conhecidas verdinhas.

Assim tem sido desde tempos coloniais, deve ter aumentado nos tempos da presença da família imperial em 1808. Seus vícios percorreram as salas de reuniões e nos corredores e claro no círculo político da cadeia decisória até chegar aos absurdos que ocorrem hoje. Tal qual uma doença crônica não mortal, mas que sempre permanece no hospedeiro, como uma simbiose de vantagens mútuas e coletivas, no sentido interpessoal. A contaminar inclusive os novatos idealistas, ou não, que ingressam nesse meio. E os que evitam o ingresso no esquema, ficam longe de lideranças e de cargos os quais muito dependem disso.

O Um partido percebeu que não poderia continuar isolado, afinal vitorioso das eleições para 2002, aliou-se a outro partido da asa oposta e um outro que está no poder atualmente, que parece não ter uma asa, por fisiologismo útil. E esse um partido deles ficaram reféns, nas votações do legislativo, e na troca de cargos para favorecimento, segundo a conveniência de ambos lados.

E hoje, o partido da situação paga o preço daquilo que sempre fez. No começo até acreditei que pudessem avançar mais rápido, uma vez que permanecem com a maioria no congresso. E porque não condeno uma administração logo que se inicia, mas a checar os resultados que possam oferecer. Mas o passado os persegue, assim como a doença que está no seu cerne pede cobrança da infestação, o remédio e a cura, ainda que tardia.

sábado, dezembro 10, 2016

Augusto e André Ruschi - Elcio Alvares - e tristezas

Estive premido por tristezas várias estes últimos dois meses. Angústia essa que dominou de sobremaneira meu ser. Decidi sair do casulo esses dias, entretanto mesmo assim ela me persegue. Atenção e cuidado são necessários.

Por uma obra do ocaso, resultado dessa mesma agrura citada acima mas sem relação, quiçá gerado por um acesso de raiva ou necessidade de movimento, resolvi ler novidades sobre um cientista já falecido em 1986 o capixaba Augusto Ruschi, patrono da ecologia aqui no Brasil.  Fui à procura de textos novos ou mesmo reler o que já sei ou reforçar minhas memórias a respeito.

Em 1986, tempos de adolescência, muito mais atento à astronomia e MSX ( computador antigo) que outros assuntos, afinal fora o ano que passou o cometa Halley por aqui, apesar da decepção que fora aos meus olhos, e a de muitos outros que não dispusessem de um telescópio.  Até então meu único contato a respeito de ecologia foi uma grande curiosidade desperta dois anos antes, quando tive que estudar uma apostila simples de agronomia no ginásio nas férias de julho, em vista da prática de horticultura simples em curso na época. Ler aquela apostila levou-me a passar minha primeira noite em claro, eu devorei. Anos depois foram as noites a observar o Halley supracitado.

A voltar ao assunto principal do texto, os Ruschi. O primeiro contato sobre Augusto provavelmente fora lendo jornais na época, amplamente divulgada sobre a pajelança com índios que ele levou a cabo para combater o envenenamento de anuros dendrobatas, estava com a morte batendo à sua porta, resultado de ter contraído malária, esquistossomose e hepatites. Em junho de 1986 apagou-se sua luz, aos 71 anos.

Eu guardo uma nota de 500 cruzados novos que leva sua efígie. Hoje descobri que seu filho que continuava seu trabalho na mesma área veio a falecer nesse ano, 2016 em 5 de abril, o André Ruschi, aos 60 anos. E por mais estranho que possa parecer, morreu ontem dia 9 o algoz dos Ruschi, o político capixaba Élcio Alvares, ex-governador que foi "ameaçado de morte" por Augusto na tentativa de desalojá-lo de sua Reserva Ecológica em 1977 em pleno regime militar para transformar em uma fábrica para processar palmito, a grande repercussão e apoio de ilustres da época, Alvares teve que retratar-se da decisão. Pouco sei desse político, apenas esse fato e que foi senador e ministro em anos anteriores.

Em biologia, meus parcos estudos limitam-se aos cupins subterrâneos, que eram uma praga na casa que vivi anos atrás. Aos coleópteros, vulgo besouros, e pragas agrárias. Tenho alguma curiosidade de botânica, por conta de minha mãe que é doida por orquídeas e plantas.

sábado, dezembro 03, 2016

Notícias de Jornal

Após um longo tempo de escuridão como blogueiro, resolvi hoje voltar a escrever. Tema atípico de minha parte, não discutirei idéia ou fato ocorrido. Vou publicar um pequeno código útil, funcional em ambientes não Uindows.

Ruindous só uso quando realmente necessário, geralmente para destrair com algum dos 159 jogos que atualmente possuo no steampowered, fora o BF1 que acabei de comprar no Origin e a segunda parte do WarCraft2: Heart of Swarm que me custou 25 temers, normalmente era 50. A terceira parte só quando baixar de preço.

Fui assinante de dois jornais, um de economia, Valor Econômico e de um outro, rival do que está abaixo, ocorrido há menos de um mês.

Como sinto falta de lê-los, resolvi contornar um problema de muitos anos, esse ai abaixo publicava o índice todos dias, mas resolveu torná-lo indisponível anos atrás, atualmente aberto só o do dia, para tristeza de muitos internautas. Tentei descobrir se existia escondido em algum lugar, nunca encontrei. As notícias ficam disponíveis "Ad Eternum" ao contrário do referido índice. Estranho isso, mas não deixa de ter a lógica, afinal não quiseram continuar com isso, querem que se faça a assinatura digital. Infelizmente não tenho como ver gráfico ou foto algum, mas antes poder ler alguma coisa a ler nada. Para os entendidos aí abaixo um script de bash e seu respectivo crontab para automatizá-lo, eu estava a pegar e a salvar via navegador, mas hoje perdi a paciência, afinal e os dias que eu esquecer?

Facinho, não é?!
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